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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

POSSUÍDA

Gentes lindas da minha tribo,

Fugindo do trabalho ou tentando relaxar a mente... vou fazendo poemas entre um   tronco de árvore e outro. Me deixo perder na mata...
Acho que estou ficando alucinada. Deve ser a energia da floresta amazônica. Se há um culpado por esses estranhos sentimentos que estão me possuindo, é a floresta, com certeza. Falo igual ao antipático Romer Simpson: "se a culpa é minha, eu ponho em quem eu quiser".

I gotta go... keep working. Bye!



4 comentários:

Milene Sarquissiano disse...

Neuza,sou tua fã e nem preciso dizer. Cada vez que entro aqui saio mais leve, apesar de toda a intensidade dos teus versos.Mas tem um teu,em especial, que seguidamente envio para amigos e por muito tempo mantive no meu perfil:

===
No sábado
tocou-a na testa
justo onde brilhava uma pedra.

No domingo
tocou-a no corpo
justo onde ardia uma brasa.

Na segunda
matou-a com sete tiros
justo na hora de ser feliz.

Oswaldo Antônio Begiato disse...

Bom dia Amada,

Como é bom ler suas poesias.
Você tem a imensa capacidade de compactar em uma latinha azul e pequenina a profundeza de sua alma.
Que dois poemas bonitos.
Parabéns.

Sempre.
O tempo todo, parabéns.
bjos.w

Rita Santana disse...

Beleza de poesia, Neuza! Um dia quero passar uns dias aí com você. Beber uns chás e ficar completamente conectada com o sublime. Beijos!

Ester Abreu disse...

Neusamaria, só gostei do "posuida".
O outro que contém anáfora coisa acheio-o pobre.
ab
ester